A MUDANÇA AVANÇA POR TODA A PARTE
Rápido e em força, o vento da mudança chegou ao Brasil. Se alguém ainda tinha dúvidas de que o Planeta Terra entrara num ciclo de mudança, terá de parar para reflectir face ao que se está a passar no Brasil. O processo prossegue, como se se tratasse de fenómenos isolados. Surgem com força em determinada parte do Planeta e depois como que estabilizam, ainda que nada tenha ficado exactamente como antes, indo desencadear-se, de outra forma, num outro local.
Primeiro foi a Primavera Árabe e a crise nos Estados
Unidos da América, que beneficiou do facto de ter moeda própria ou ainda
andaria pelas ruas da amargura. Depois, a Grécia, a Irlanda, Portugal, Espanha,
a Itália… Naturalmente, está a alastrar-se a outros países. É uma consequência
do processo de globalização, dir-se-à numa primeira análise. Claro que é,
também é, mas inscreve-se em algo mais vasto e profundo.
Quando um adolescente atinge a puberdade, o rosto como
que explode em borbulhas no rosto, antes que a barba surja. O processo que está
a desencadear-se no Planeta, ou mais concretamente nas sociedades humanas, é
idêntico. Primeiro, começa com pequenas erupções, com as incomodidades
inerentes, até que o corpo integre o processo da maturidade. Fazendo crescer a
barba nos homens e os seios nas mulheres… Desencadeando os ajustamentos
requeridos.
O processo da maturidade é idêntico em todos os
organismos vivos. Nas sociedades, nos países, nos povos, todos eles organismos
vivos a vivenciar um continuo processo de evolução. Até os animais evoluem e se
adaptam às novas condições.
Todo o Planeta, o que significa dizer todos os Países e
todos os Povos estão a evoluir e a adaptar-se a novas condições. Estão a preparar-se
para o futuro que chega com a nova Era Cósmica, a despeito e para lá das
vontades das populações. É um fenómeno global e mesmo os Povos que julgam estar
a condicionar o futuro segundo os seus interesses, pelas reacções que
desencadeiam estão, sem a consciência disso, a preparar o cadinho que vai
permitir a transformação. Não há como escapar, mesmo para as sociedades mais
organizadas e mais policiadas. É um devir que se está a construir a si próprio,
para lá das boas e más decisões dos Povos. Para quem acredita, o que está a
acontecer é como se, no cadinho que é o Planeta Terra, estivesse a preparar-se
a «sopa» da Nova Civilização. E até os actos mais incongruentes e invasivos ou
explosivos são o material necessário para acelerar a mudança.

Não valorizo mais uns acontecimentos do que outros, porque todos estão a preparar a mudança, Edward Snowden inclusivé, o espião americano ainda algures no aeroporto de Moscovo. Foi muito elucidativo ver Putin na televisão, a fazer um grande esforço para não se rir. Só que o processo também vai chegar a ele, de uma forma ou de outra. Chegou o tempo de tudo o que estava escondido vir à superfície. Até porque o conjunto da humanidade se vai tornar transparente e não haverá forma de continuar a esconder-se atrás da mentira. Não vai ser fácil para os países nem para os Povos, até que as pessoas se habituem e aceitem que se tornaram transparentes e que as verdades que receiam são as verdades que podem ver nos outros. Não vai ser fácil, não acham, quando de repente a Humanidade atingir o momento em que as suas palavras serão sempre vistas na verdade que pretendem esconder?
Lembro-me que um
dia, quando comecei a ver no papel o que deveria desenhar, percebi que existiu
já e voltará a existir uma humanidade de pele transparente, que revela a si
própria e aos outros aquilo que realmente é. Será que nos estamos a aproximar
desse dia?!
O que pode assustar é o desaparecimento da aparência de
seriedade das nações. Para já, pelo que revelam aqueles que tiveram acesso por
dentro ao mecanismo invasivo dos jogos de poder, o que porão em causa a
idoneidade dos Países e dos seus governantes, por mais respeitados que tenham
sido até então. Uma coisa é certa: ninguém voltará a ver da mesma maneira a tão
simpática figura do Presidente Obama. A ideia que se vai generalizar é que «são
todos iguais», talvez uns mais iguais do que outros, como o vaticinou aliás,
George Orwell. E creio que foi também
ele que disse: «Em tempos de embustes universais, dizer a verdade torna-se num
acto revolucionário».
Estamos a viver tempos de uma grande complexidade, não há
dúvida. Tempos em que parece já não haver em quem se possa confiadamente acreditar.
Mas esse será porventura um passo decisivo para o crescimento colectivo da
Humanidade.
A terminar uma questão:
COMO AVALIAR CORRECTAMENTE AS PEÇAS DO PUZZLE?

.jpg)










.jpg)





